Áreas criando soluções sozinhas
Marketing, operações, atendimento ou TI usam ferramentas e agentes sem política simples, dono claro ou trilha de auditoria.
risco e maturidade de produtos com IA
O Trust Score AI Products avalia tecnicamente sistemas, automações, agentes e softwares criados ou acelerados com IA. Lemos código-fonte, arquitetura, integrações, dados, segurança, escala e governança para entregar um relatório executivo com evidências: o que manter, corrigir, pausar, reestruturar ou escalar.
Código
leitura técnica do repositório, estrutura e dependências
Risco
segurança, dados, escala, governança e continuidade
Decisão
relatório com evidências para liderança agir com clareza
a dor real
A IA acelera pessoas e áreas. O que assusta a liderança é descobrir tarde demais que uma automação virou sistema, que um protótipo virou operação ou que um produto quase SaaS nasceu sem engenharia suficiente para proteger a empresa.
Marketing, operações, atendimento ou TI usam ferramentas e agentes sem política simples, dono claro ou trilha de auditoria.
O que nasceu para economizar tempo passa a tocar dados, clientes, financeiro, integrações e decisões críticas.
A interface funciona, mas o código mistura regra de negócio, acesso a dados, integrações e segurança no mesmo lugar.
A empresa quer liberar para mais pessoas, vender como produto ou integrar a sistemas sem saber o risco real.
matriz Trust Score
A matriz separa usos de IA por complexidade e risco. Níveis 1 e 2 podem ganhar escala com orientação. Níveis 3, 4 e 5 pedem governança crescente, engenharia envolvida, evidência técnica e dono claro.
A classificação pública abaixo mostra o raciocínio executivo. O método completo de avaliação, pontuação e leitura técnica fica protegido no produto.
1
Documentos, relatórios, apresentações, e-mails, imagens e posts. Se errar, revisa.
Quem opera?
todas as áreasRisco: baixo
2
Páginas, landing pages, protótipos e dashboards sem autenticação complexa ou dado sensível.
Quem opera?
áreas + checklistRisco: baixo/médio
3
Automações internas, controle de tarefas, bots e agentes que começam a afetar produtividade.
Quem opera?
área + revisão TIRisco: médio
4
Toca dados de clientes, colaboradores, financeiro, integrações, permissões ou lógica operacional.
Quem opera?
TI + dados + segurançaRisco: alto
5
SaaS, white-label, multiempresa, infraestrutura crítica ou produto vendido a terceiros.
Quem opera?
time técnico centralRisco: crítico
diagnóstico estratégico
A diferença do Trust Score é que ele não responde no achismo. Cada conclusão precisa vir acompanhada de evidência técnica, leitura de impacto e recomendação de decisão.
pergunta 01
Identificamos se existe dono técnico, documentação, testes, separação de responsabilidades e rastreabilidade suficiente para alguém assumir a solução sem dependência oculta.
pergunta 02
Avaliamos dependência de pessoa, concentração de conhecimento, organização do código e capacidade real de manutenção por outro profissional ou squad.
pergunta 03
Separamos valor de negócio de prontidão técnica. Uma ideia pode ser forte e ainda assim exigir arquitetura, isolamento de dados e governança antes de vender.
pergunta 04
Procuramos gargalos de processamento, uso de memória, dependência de serviços, limites de infraestrutura e pontos que quebram quando o uso cresce.
pergunta 05
Lemos autenticação, permissões, chaves, rotas expostas, armazenamento de credenciais, dados sensíveis e riscos financeiros ou jurídicos ativos.
pergunta 06
O relatório reconhece o que funciona e mostra o que precisa correção. O objetivo não é matar iniciativa boa, é impedir que valor real vire passivo.
leitura técnica
O Trust Score cruza visão executiva com engenharia. A liderança entende o risco em linguagem de negócio; o time técnico recebe evidências suficientes para agir.
estrutura, acoplamento, arquivos críticos, dependências, padrões e sinais de geração sem revisão.
separação de responsabilidades, camadas, backend, integrações e capacidade de evolução.
autenticação, autorização, chaves, rotas expostas, segredos, permissões e dados sensíveis.
modelagem, acesso, isolamento, LGPD, rastreabilidade, histórico e qualidade da informação.
limites de infraestrutura, filas, concorrência, custos, gargalos e pontos únicos de falha.
dono, documentação, testes, CI/CD, monitoramento, roadmap técnico e continuidade.
entregáveis
A entrega combina visão para CEO, empresário, CTO, produto e engenharia. O relatório mostra onde existe valor, onde existe risco e qual movimento vem primeiro.
01
diagnóstico direto para liderança decidir se mantém, corrige, pausa, reestrutura ou escala.
02
classificação da iniciativa nos 5 níveis de uso de IA, com leitura de governança necessária.
03
avaliação por pilares como arquitetura, código, dados, backend, segurança, testes e DevOps.
04
achados priorizados por impacto: crítico, alto, médio ou baixo, com consequência de negócio.
05
o que a solução já provou de valor e o que precisa correção para não virar passivo.
06
sequência prática de correção, proteção, reestruturação e caminho para escalar com responsabilidade.
decisão possível
A liderança passa a enxergar o produto como ativo, risco ou oportunidade de evolução. Isso muda a qualidade da decisão antes de investir mais tempo, dinheiro e reputação.
quando a solução é simples, útil e o risco está dentro do aceitável.
quando existe valor real, mas há pontos técnicos ou de segurança que precisam ação.
quando o uso atual expõe dados, operação ou custos antes de ter controle mínimo.
quando a proposta é boa, mas a base técnica impede escala, manutenção ou venda.
quando há evidências de valor, governança suficiente e caminho técnico para crescer.
quando faz sentido
uma área criou automação ou agente e agora quer liberar para mais pessoas
um protótipo virou sistema usado na operação
um produto criado rápido demais precisa virar SaaS, B2B ou white-label
o CEO quer saber se aquilo protege dados, escala e vale o investimento
o CTO precisa de evidência para priorizar correção, refatoração ou reconstrução
a empresa quer reduzir risco antes de conectar mais dados, clientes e integrações
FAQ
Sim, mas não é só isso. A solução lê código, arquitetura, dados, segurança, governança e impacto de negócio para transformar análise técnica em decisão executiva.
Não. O objetivo não é apontar culpa. É proteger a empresa, reconhecer valor real e mostrar o próximo passo com evidências.
Sim. Esse é um dos principais cenários: soluções úteis criadas rápido, mas sem clareza de risco, escala, dono, segurança ou continuidade.
próximo passo
Converse com a Tech Human para avaliar se o seu sistema, automação, agente ou produto precisa de Trust Score antes de crescer.