Um estudo longitudinal avaliou 380.800 programas gerados por 32 modelos de sete famílias. Todos melhoraram em segurança absoluta, mas nenhuma família fechou a distância entre código funcional e código seguro — e versões novas também regrediram em fraquezas específicas.
O GitHub abriu um benchmark com 219 pull requests de 187 repositórios e 19 linguagens. A contribuição mais importante não é um ranking: é separar cobertura, precisão, severidade, custo e impacto em produção antes de comprar a promessa de uma revisão automática.
Um estudo comparou 253.390 arquivos atribuídos a sete ferramentas de IA com 9.544 arquivos escritos por pessoas em repositórios públicos. O resultado contraria slogans fáceis: o risco varia por linguagem, ferramenta, contexto e método de medição.
Não existe um cargo universal. Existe um diagnóstico: contratar a pessoa capaz de remover o gargalo dominante sem perder contato com o cliente, qualidade técnica ou responsabilidade operacional.
Contratar deixa de ser reflexo de rodada ou lista de tarefas. A empresa AI-native amplia o time quando uma restrição comprovada de receita, risco, continuidade ou qualidade vale mais que a coordenação criada.
Um novo estudo transformou correções históricas de vulnerabilidades em testes executáveis para treinar agentes de programação. O resultado reforça uma decisão de negócio: software que passa no teste funcional ainda precisa provar as propriedades de segurança que o pedido não escreveu.
No SWE-Flux, o melhor modelo acertou 37,71% de 480 problemas de comportamento em execução. A lacuna ajuda a explicar por que leitura estática não substitui observabilidade e teste dinâmico.
A pesquisa PixelLeak atribuiu a agentes de código a publicação de milhares de imagens em repositórios públicos. Os totais ainda carecem de auditoria independente completa, mas o caso já expõe uma falha de governança: a evidência de revisão não pode sair da fronteira autorizada.